EMEF: Pela a passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários
Continuou, hoje, a vigília junto ao Ministério do Planeamento, onde em reunião com o gabinete do Secretário de Estado se discutiu a necessidade de se parar com despedimento colectivo dos trabalhadores contratados através de empresas de trabalho temporário, porque estão a ocupar postos de trabalho permanentes e porque fazem falta à EMEF.
Manifestando desconhecimento da situação, o representante do Ministério da Tutela, comprometeu-se a contactar a administração da empresa, para manifestar as nossas preocupações e a nossa posição relativa a este assunto, reconhecendo a falta de trabalhadores na empresa, problema que é preciso resolver, no quadro daquilo que entendem para a EMEF, que se desenvolva e reassuma o papel estratégico para o sector ferroviário.
A posição sindical é de defesa da passagem destes trabalhadores a efectivos e para isso, é preciso que se retirem as cartas de revogação dos contratos entretanto enviadas a cerca de 30 trabalhadores em todo o País.
Esta luta vai continuar com nova vigília amanhã e depois em frente ao Ministério e com greves e plenários no dia 27 de Outubro.
Trabalho precário, a escravatura moderna






