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Resolver os vínculos precários na EMEF e admitir trabalhadores

ManifEMEF EntroncFace às diversas noticias recentes sobre a admissão de trabalhadores na EMEF, numa altura em que os ministros ainda não procederam à homologação os processos no âmbito do PREVPAP eque de modo algum podem ser envolvidos no número de admissões futuras, levou o Sindicato a enviar um oficio ao Presidente da CP, ao Ministro do Planeamento e das Infraestruturas e ao Primeiro Ministro, cujo conteúdo é o seguinte:

Exmºs Srs

Nestes dias tem sido noticia a admissão de 102 trabalhadores para a EMEF, que se fossem todos novos ingressos na empresa apenas serviriam para repor o os efectivos que saem ao longo do ano, ou seja, no final do ano não teríamos um acréscimo de trabalhadores relativamente ao ano anterior.

No entanto para que tenhamos efectivamente novos 102 trabalhadores, é preciso que se regularizem primeiro as situações dos cerca de 60 trabalhadores com vínculos precários e que ocupam postos de trabalho permanente, 40 dos quais viram reconhecida essa pretensão atarvés dos requerimentos feitos no âmbito do PREVPAP e que desde finais de Maio aguardam a homologação desse processo.

É tempo de mais para o governo que diz muito empenhado na resolução de um problema nesta empresa, e que demora tanto tempo a executar a sua obrigação de homologar um processo que o próprio governo criou como um meio de resolver um conjunto de situações de vínculos precários de trabalhadores a ocuparem postos de trabalho permanente.

Resolvidas estas situações é necessário a sua extensão aos restantes trabalhadores em idênticas situações, mas que não accionaram os requerimentos no âmbito do PREVPAP.

É que se isto não for feito, dá espaço para aquilo que já estar a acontecer que é os trabalhadores que estão já na EMEF a recorrerem para os lugares que já estão a ocupar, incentivados pelas hierarquias da empresa com a informação que terão prioridade na admissão.

Logo com todo este processo, não vamos ter certamente 102 trabalhadores novos, mas apenas cerca de 40, o que significa uma nova redução de efectivos na EMEF.

Porque o governo tarda nas suas obrigações, coloca-se a pergunta:

Se pretendem iludir a admissão de trabalhadores regularizando como “novas” admissões, as situações de vínculos precários, deixando cumprir com a obrigação de homologação dos processos aprovados no âmbito do PREVPAP?

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