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Greve na EMEF em defesa da empresa, contra a precariedade e pela negociação colectiva

EMEF PlenarioReboleira28032017Os trabalhadores da EMEF cumprem, hoje, com uma forte adesão um dia de greve em defesa das suas reivindicações aprovadas nos locais de trabalho e, de manhã reuniram em plenário em frente às instalações da empresa, na Reboleira, onde funciona a administração, tendo aprovado uma resolução que aponta para a continuação da luta no mês de Abril.

RESOLUÇÃO

Os trabalhadores com o SNTSF e a Comissão de Trabalhadores reunidos em Plenário Nacional junto à administração da EMEF, decidem

1. Exigir da administração o início imediato das negociações da contratação colectiva vigente na Empresa, tendo como objectivo principal:

  • A valorização dos salários e actualização das restantes cláusulas de expressão pecuniária;
  • A valorização do Subsidio de turno, tendo em conta a nova realidade nesta matéria;
  • A negociação do regulamento de carreiras de forma a abrir perspetivas de progressão profissional; uma melhor definição das categorias profissionais; definição de regras de evolução na carreira profissional;
  • O desenvolvimento e garantia da qualidade de serviço da EMEF faz-se com trabalhadores altamente especializados, o que só se consegue com a perspectiva de manutenção do seu emprego, pelo que é preciso que se ponha termo ao flagelo da precariedade na EMEF, e que:
    • Os trabalhadores que estão com vinculo precário sejam colocados nos quadros da empresa e que se inicie o recrutamento de novos trabalhadores para permitir o normal funcionamento da empresa com passagem de conhecimento aos mais novos, garantindo que os mais antigos possam sair sem limitações.

2. Continuar a reivindicar a reintegração da EMEF na CP, garantindo o futuro das oficinas da CP como empresa pública integrada na reunificação do sector ferroviário com uma gestão única

3.Mandatar as ORT’S, para que na defesa destas reivindicações desenvolvam, com o envolvimento dos trabalhadores, uma acção descentralizada em forma de marcha nos distritos onde existem estabelecimentos da EMEF, a terminar com uma Marcha entre o dono da empresa – a CP – e o responsável do governo – primeiro ministro - ainda durante o mês de Abril, designada:

“Marcha pelo Regresso ao Futuro”

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