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MEDWAY: Um problema que é de todos

CordaoHumanoCpCarga28Jan2016O processo em desenvolvimento na MEDWAY, de divisão da empresa, o Sindicato entende que estamos perante o início de um processo que, mais tarde, poderá vir a abranger a esmagadora maioria dos trabalhadores e, nesse sentido, iremos lançar uma discussão na empresa para dinamizar a mobilização em defesa dos postos de trabalho, dos direitos colectivos e em defesa daqueles que, diariamente, fazem a empresa funcionar.

Perante as propostas da administração enviadas aos trabalhadores, o Sindicato enviou a seguinte posição para a empresa:

Apesar do assunto não ter sido discutido com o Sindicato, temos tido acesso a alguma informação sobre a operação da MSC de criar uma ACE – Agrupamento Complementar de Empresas, sobre a qual temos a referir o seguinte:

  1. Somos de opinião que é ilegítimo aquilo que a MSC está a fazer, de colocar os trabalhadores sobre pressão permanente, depois do conjunto de facilidades e expectativas que criaram, aquando do processo de privatização, com as sucessivas visitas que efectuaram aos locais de trabalho, em que fizeram um discurso de garantia e manutenção dos postos de trabalho e melhoria das condições de vida e trabalho;

  2. Aquilo que estão hoje a fazer deitam por terra essas expectativas, já que apresentam um contrato de cessão da posição contratual e, quanto à melhoria das condições salariais, as que se verificaram foram determinadas pelo anúncio de uma greve;

  3. No que concerne à minuta de contrato de acordo apresentada ao conjunto de trabalhadores da MEDWAY que querem que ingressem no ACE, aquilo que se lhes propõe é o fim do seu vínculo à empresa e o fim das expectativas decorrentes do Acordo de Empresa e Regulamento de carreiras em vigor, assim como do Regulamento de Concessões e demais direitos ora consagrados;

  4. Independentemente daquilo que cada trabalhador venha a decidir entendemos que, no quadro da operação que a MSC está a montar e se há, efectivamente, empenho em respeitar quem trabalha, o acordo que os trabalhadores venham a assinar deve:

    1. Ser um contrato de cedência temporária, em alternativa ao contrato de cessação da posição contratual, embora o que deveria ser, era a manutenção da situação actual;

    2. Que o mesmo garanta TODOS os direitos adquiridos, manter em vigor TODA a contratação colectiva, garantir os direitos de concessões de transporte e não eliminar qualquer dívida aos trabalhadores;

    3. Igualmente, garantir a ligação futura dos trabalhadores à contratação colctiva e outros regulamentos que estão, ou estejam no futuro, em vigor na empresa.

  5. Informamos ainda que não consideramos que este seja um problema apenas de 17 trabalhadores da MEDWAY, mas um inicio de um processo que pode vir a abranger mais efectivos pelo que, em função daquilo que for transmitido aos trabalhadores na próxima sexta-feira, poderemos a vir alargar a contestação a toda a empresa, num quadro de defesa da empresa, dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores;

  6. Por outro lado, tendo em conta que estamos perante uma operação que não se enquadra naquilo que foi transmitido aos trabalhadores e nas “garantias” dadas pelo governo e administração da MSC, iremos divulgar todo este processo junto dos órgãos de poder e junto da opinião pública.

 

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