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Convívio de ferroviários

CartazConvivio

É com a unidade de cada um que se defendem os direitos de todos

CordaoHumanoCpCarga28Jan2016O Sindicato participou, hoje, no plenário promovido pela Comissão de Trabalhadores da MEDWAY, onde se debateu o problema da criação no ACE (Agrupamento Complementar de Empresas) e a forma de melhor defender os trabalhadores desta empresa e a partir daí também ajudar os outros da MSC, abrangidos pela mesma medida e, neste momento, a posição do Sindicato é a seguinte:

Sem prejuízo de continuarmos a criticar o processo de privatização e estas medidas da MSC, cremos que neste momento sem prejuízo da análise de todos os aspectos políticos e jurídicos, há que ter atenção as propostas de acordos que a administração apresentou, pelo é preciso encontrar as respostas imediatas para os trabalhadores envolvidos no processo de criação do ACE, que estão confrontados com uma proposta de contrato para assinar, ao qual temos a referir o seguinte:

O mesmo já é diferente do anterior, mas continua a ser um processo de cessão do contrato de trabalho com a Medway, pelo que entendemos que, se a empresa persistir na medida, os trabalhadores devem exigir um contrato de cedência em vez de um contrato de cessão;

Por outro lado, devem exigir que o mesmo refira que, num eventual retorno à empresa de origem, o contrato refira à essa empresa ou ao que dela resulte e/ou suceda, em virtude de outros processos de reestruturação:

No entanto, continuamos, a entender, que é preciso e urgente que a administração continue a negociar com os trabalhadores e suas organizações, não só este processo, mas com uma informação mais geral do que pode estar projectado para o futuro em todo o grupo MSC e, por isso, será a resistência dos trabalhadores que determinará o futuro e, para já, a mobilização e unidade de todos tem sido importante.

Quanto a outras matérias discutidas no plenário referimos o seguinte;

O Sindicato da FECTRANS/CGTP-IN, o SNTSF, conjuntamente com a Comissão de Trabalhadores da CP-Carga, lutou e mobilizou os trabalhadores contra o processo de privatização.

Infelizmente, por opção do actual governo do PS, que não aproveitou a nova correlação de forças na Assembleia da República, decidiu avançar com o processo de privatização, do qual resulta este processo de reestruturação.

Estando contra, não deixámos de ter em conta a nova realidade e continuamos a lutar pela defesa dos direitos e reivindicações dos trabalhadores, agora no quadro de empresa privada e, é nesse sentido que estamos a negociar uma nova regulamentação colectiva e foi partir de um pré-aviso de greve, que conseguimos aumentos salariais para todos de 25€ e o aumento do subsídio de refeição;

Face a algumas intervenções hoje verificadas, não será pelo Sindicato que não se avança para outras formas de luta, mais abrangentes e com mais organizações de trabalhadores, tendo em conta que este processo de criação de um ACE, parece-nos ser a ponta do iceberg de um processo mais vasto

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