Os trabalhadores não são flexíveis
Na reunião de hoje, com o governo/CP, teve início o processo de negociação do Regulamento de Carreiras e foi entregue a proposta de documento pela empresa.
Na primeira apreciação que o SNTSF faz ao documento, fica claro e confirma-se qual é o objectivo final.
Informação Sindical em prol da exploração comercial
O SNTSF, através dos seus Delegados e Dirigentes Sindicais tem o direito de afixar nas instalações da empresa e em local apropriado disponibilizado pela empresa, comunicados, informações ou outros textos relativos à vida sindical e aos interesses socio-profissionais dos trabalhadores, bem como proceder à sua distribuição sem prejuízo do funcionamento da empresa. Segundo a lei, a negação ou limitação deste direito constitui uma contra-ordenação grave.
«Falsa partida» na negociação
Ausência de uma proposta por parte da Administração/Governo, polivalência funcional e limitação financeira sem valorização na grelha salarial foi o que sobressaiu da reunião com o governo/CP realizada ontem.
E a empresa... está com os trabalhadores?
Nos últimos tempos tem sido veiculado pelo governo, para a comunicação social aquilo que é defendido pelo SNTSF há vários anos, que existem condições para que a reparação e recuperação e até construção dos comboios seja efectuada por trabalhadores da CP e nas oficinas da empresa.
Intransigência gera conflito na Linha do Sado
A Alteração às escalas de serviço para os trabalhadores com a categoria profissional de Operador de Revisão e Venda, que entrou em vigor no dia 31 de Maio, no posto de revisão do Barreiro (Linha do Sado), gera descontentamento dos trabalhadores.
O Acordo de Empresa é para cumprir!
O SNTSF tem vindo a ser contactado por vários trabalhadores da Empresa que nos transmitiram terem sido informados que iriam deixar de auferir o abono de transporte/disponibilidade que lhes foi retribuído até ao passado mês de Fevereiro.
Os Ferroviários estão há 10 anos a perder salário
Enquanto o governo vai injectando dinheiro público na Banca (Novo Banco), os trabalhadores vão vendo o seu salário reduzido, empobrecendo e perdendo poder de compra e quando este caminho podia ter sido revertido apregoa-se as limitações do Ministério das Finanças para justificar o injustificável.




